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Tenho testemunhado que muitas pessoas são quase que consumidas por esta pergunta, quando perdem alguém muito especial. O que fazer agora sem ele? O que fazer agora sem ela?

Por mais natural que seja este questionamento, a grande verdade é que se trata da pergunta errada na hora errada.

Quando morre uma pessoa que amamos muito, não é hora de fazermos coisa alguma, mas sim de refletirmos:

… Sobre a brevidade e a imprevisibilidade da vida. A Palavra diz que a nossa vida é como um conto ligeiro… É breve, pode ser cheia de imaginação e ter grande impacto… Apesar de breve. Projetos importantes não devem ser procrastinados, palavras bem pensadas dever ser ditas o quanto antes, amigos queridos precisam ser evangelizados, declarações de amor devem ser feitas logo, o perdão precisa ser liberado agora, a missão cumprida e a aventura vivida já.

… Sobre a relevância da nossa vida, o que deixaremos como legado, o testemunho que damos e o Evangelho que vivemos. De uma hora para a outra não poderemos fazer mais nada. A qualquer momento a comanda da vida será fechada e surgirá em destaque o tipo de vida que vivemos, o nosso legado. Inspiramos alguém? Servimos bem? Honramos? Edificamos? Amamos? Fomos fiéis? Crescemos?

… Sobre como amamos as pessoas, como as respeitamos e valorizamos, posto não sabermos por quanto tempo as teremos conosco. Relacionamentos são muito importantes. Não conseguimos viver sem as pessoas, a família, os amigos… Mas a cada dia uma dessas vidas preciosas nos deixa. Viajam, mudam para longe, mudam de vida, partem para a glória. Precisamos valorizar as pessoas enquanto estão perto de nós.

… Sobre a nossa condição diante de Deus, pois a qualquer momento podemos ser chamados a prestar contas. O que fazemos com os talentos recebidos, com as missões que nos foram entregues e os papéis que precisamos viver? Agimos com prudência e responsabilidade ou com insensatez e loucura? Podemos dormir acariciando nossas consciências com o projeto de colocarmos nossa vida em ordem amanhã, e despertarmos já do outro lado diante do tribunal de Deus.

… Sobre a bondade de Deus, que nos dá a chance de conhecer, conviver e comungar com pessoas que se tornam especiais para nós. Essa bondade divina que nos habilita a granjear amigos que se tornam mais chegados que nossos irmãos. Cada minuto perto de gente assim é uma dádiva de Deus.

Então, quando alguém que nos é especial parte para o outro lado, não é hora de fazer e sim de refletir. Depois de refletirmos teremos, com certeza, muito para fazer.

Lécio Dornas,

Em tributo de gratidão a Deus pela vida de

Gilfredo Oliveira Santos (16/11/1966 – 01/02/2011).

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Faço um decreto pelo qual, em todo o domínio do meu reino, os homens tremam e temam perante o Deus de Daniel, porque ele é o Deus vivo e que permanece para sempre; o seu reino não será destruído, e o seu domínio não terá fim. Ele livra, e salva, e faz sinais e maravilhas no céu e na terra; foi ele quem livrou a Daniel do poder dos leões.” (Daniel 6.26, 27 – EA)

 

Seguindo na trilha da Teologia esboçada no decreto fito pelo rei Dario, além do reconhecimento de Javé como um Deus pessoal, outras visões são agregadas, vejamos:

Javé é Deus vivo – “…porque ele é o Deus vivo…”. Dario observou que O Deus de Daniel era vivo, pois viu o resultado indiscutível de sua atuação consusbstanciada no livramento de Daniel da boca dos leões.

O destaque aqui é um golpe teológico contra a idolatria, contrastando com os demais povos: “Porque todos os deuses dos povos são ídolos; o Senhor, porém, fez os céus.” (1 Cr 16.26)

Javé não é objeto de culto ou de veneração, Ele é Deus vivo que intervém, muda cenários, socorre e realiza maravilhas. Javé não é deus que consome ou que apenas reflete; é Deus que atua e que também interfere e oferece; Deus que galardoa e abençoa.

Nas situações mais difíceis de nossa caminhada, em tempos quando nos sentimos fracos e limitados, mesmo acuados e cerceados de nossa liberdade, precisamos nos lembrar de Javé, o Deus vivo.

Esse Deus maravilhoso, vivo sempiternamente em Cristo Jesus, que venceu a morte e reina soberanamente pelos séculos dos séculos.

Vivencie Javé: O Deus vivo!

L.D.

“Faço um decreto pelo qual, em todo o domínio do meu reino, os homens tremam e temam perante o Deus de Daniel, porque ele é o Deus vivo e que permanece para sempre; o seu reino não será destruído, e o seu domínio não terá fim. Ele livra, e salva, e faz sinais e maravilhas no céu e na terra; foi ele quem livrou a Daniel do poder dos leões.” (Daniel 6.26, 27 – EA)

Depois de vivenciar um tremendo drama de ter que lançar Daniel na cova dos leões e passar uma noite de angústia e inquietação, o Rei Dario constata, logo ao nascer do dia, que Daniel fora protegido e poupado por Javé. Como reação ao grande impacto que sofreu com o miraculoso livramento dado a Daniel, Dario finda por assinar o decreto transcrito no texto acima. Desse decreto, fazemos destilar a Teologia de Dario ou o que estou chamando de Teologia de Alto Impacto. Eis os seus tópicos:

Javé é Deus pessoal – “…perante o Deus de Daniel…”. Dario constatou que Javé é Deus de pessoas, se relaciona com pessoas, atua em pessoas. Ao mesmo tempo em que é Deus excelso e grandioso, Ele é Deus de perto (Salmo 145.18).

Aqui temos algo muito importante: O resgate de Javé como Deus pessoal! Embora pessoal, a partir desta dimensão intimista e direta, o poder desta relação teve impacto grandioso de proporções territoriais e históricas muito abrangentes (“...a todos os povos, nações e gente de diferentes línguas, que moram em toda a terra…” – Dn 6.25).

Naquele momento histórico, um grande impacto dependeu unicamente de uma relação pessoal de Daniel com o seu Deus. Javé é um Deus pessoal, Ele é o “… Rei meu e Deus meu…” (Salmo 84.3).

Quando você assume seu relacionamento sincero com Deus e leva este compromisso às últimas conseqüências, isso tem potencial para mudar o rumo da história.

Deus muda a sua história e, a partir de você, muda a história do mundo!

Vivencie Javé: O Deus pessoal!

Lécio Dornas

“Em tempos de perseguição, desmorona o cristianismo teórico.”  

( Brenann Manning )

 

Embora a tendência seja curvarmo-nos diante das fraquezas e dobrarmo-nos perante nossas vulnerabilidades, é precisamente quando nos deparamos com nossos limites, incapacidades e debilidades, que começamos explorar a fonte de força e de poder que Deus significa para nossas vidas.

Duas realidades são reveladas por nossas fraquezas: A primeira é que elas nos colocam em contato direto e profundo com Deus. A segunda, é que por elas nos aproximamos e nos identificamos mais com as pessoas às quais Deus nos manda servir e abençoar.

Cada vez que nossas fraquezas nos saúdam, sempre que nossas limitações nos cumprimentam e nossas debilidades se apresentam, encontramos razão para que se fortaleça a nossa intimidade com Deus e se enriqueçam nossos relacionamentos.

Aí, então, da fraqueza tiramos força!

“Regozijo-me nas fraquezas, nos insultos, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias. Pois, quando sou fraco é que sou forte.” ( 2 Cor.12.10 ).

Prossigamos!

L.D.

 

“Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela.” ( Salmo 127.1 )

 

Em época de eleições, com plena campanha eleitoral nas ruas, o que não falta é alguém entregando um “santinho” e pedindo voto. São tantos candidatos e vamos eleger gente para tantas funções, que ficamos até confusos.

Num mar de ofertas de candidatos, precisamos escolher bem para não cometermos erros. Precisamos tomar cuidado com quesitos como a aparência física, carisma, eloqüência e popularidade. Tudo isso pode existir onde não há integridade.

Alguns conselhos pastorais:

  1. Vote em gente do bem. Só vote em pessoas que você saiba que é do bem e pelo bem. Gente que encare a função pública como uma oportunidade de servir;
  2. Vote em gente com uma boa causa. Muito cuidado com candidato cuja causa é a política em sim. Quem vê a política como um fim em si mesmo, não merece o nosso voto. Procure votar em pessoas que vêm a política como um caminho, uma ferramenta para lutar por uma causa digna;
  3. Vote em gente  que teme a Deus. Se você tiver dúvida se determinado candidato teme a Deus, não vote de forma alguma! Quem não respeita a Deus, não respeita ninguém;
  4. Vote em gente íntegra. Procure conhecer a história de vida dos candidatos. Gente que vive se envolvendo em coisas erradas, cujo nome está sempre em escândalos etc; não merece o nosso voto;
  5. Vote em gente que só apóia projetos e leis saudáveis, que honrem a Deus.  Há uma série de leis e projetos de leis que tramitam o tempo todo no Congresso Nacional. Procure saber a opinião dos candidatos sobre esses projetos de leis. Só vote e a pessoa for a favor do que é bom e contra o que Deus condena.

Por fim, oremos para que Deus cuide de nossa nação nas próximas eleições. Coloquemo-nos nas Suas mãos para que a nossa vida seja um instrumento de bênção para o nosso querido Brasil!

 As eleições estão às portas! Vamos, pelo voto, decidir quem será o próximo presidente do Brasil, quem comporá o Congresso Nacional (Senadores e Deputados Federais) e as Assembléias Legislativas.

Muitos não votam. Uns alegam-se decepcionados com, outros descrentes nos políticos.

Muitos anulam o voto. Uma espécie de protesto, de manifesto contra o sistema.

Eu vou votar! Creio ser melhor, em qualquer cenário, votar e, como cidadão agir, fazer algo para ajudar o país. Prefiro sempre votar.

Mas para votar preciso me envolver, conhecer os candidatos, escolher… Para votar preciso interagir com e não apenas ser afetado pela realidade.

Sou evangélico, mas não votarei em evangélico apenas pela identificação religiosa. Posso votar em evangélicos se os distinguir dos demais também por méritos outros que não apenas os afetos à religião. É verdade, esse papo de “irmão vota em irmão”, comigo não!

Vou votar em quem a história de vida me convença ser gente do bem. Não dá para ajudar psicopatas a chegarem ao poder. Precisamos de pessoas saudáveis do Palácio do Planalto a cada Assembléia Legislativa. Gente que goste de fazer o bem.

Vou votar em quem eu perceba o temor de Deus. De fato, não implica, necessariamente, em ser membro de uma igreja evangélica, mas sim em ser alguém que respeite, não ignore e não zombe de Deus; mostrando isso na forma como trata as pessoas e o meio ambiente.

Vou votar em gente íntegra. Notem que isso não é sinônimo de ‘ficha limpa’. Integridade tem a ver com valores, princípios e crenças saudáveis, humanos e positivos.

Vou votar em gente que sabe pedir desculpas quando erra. Não vou às urnas em busca de um supre herói, vou à procura de uma pessoa sincera. Alguém que, como eu, erra, pisa na bola, nem sempre faz o que é certo. Mas que quando vacila admite, pede perdão e prossegue.

Vou votar em gente com causa. Chega de confiar uma missão a quem não abraçou nenhuma causa. Gente sem propósito definido na vida só vai fazer peso, nunca diferença.
Eu, se Deus permitir, vou votar nas próximas eleições.

Vou ser brasileiro responsável e participante da construção da realidade.

Agora, como cristão, peço a Deus mostrar aos eleitores brasileiros, quem são as pessoas a quem Ele tem acesso para usar em favor dos desígnios do Seu reino.

Vote também!

A trama que atrai a atenção da mídia e das massas em nossos dias, envolvendo o camisa 1 do Mengão como provável  protagonista de um enredo no mínimo fétido, precisa ensejar uma reflexão bem mais abrangente.

Volta e meia a mídia exibe pessoas, militantes em diversas áreas: Políticos, atletas, médicos, advogados, líderes religiosos, professores, empresários, juristas, atores, enfim, todo tipo de gente muito boa nas profissões que escolheram; gente imbatível nas arenas onde exercem suas profissões. Pessoas muito bem preparadas, formadas, treinadas; gente que já não precisa mais provar nada a ninguém. Mas gente que não está sabendo jogar o jogo da vida de acordo com as regras.

É professor “cobra”, performático e super eficaz em sala de aula. Mas quando sai da sala, longe da ribalta, aí é que a coisa pega. É um juiz rigoroso e justo, implacável e perspicaz no tribunal. O problema é depois que sai do Fórum… E por aí vai… O caso, em curso, do goleiro Bruno nem inaugura nem encerra a galeria dos excelentes dentro de campo e deploráveis fora.

Numa livraria vi um livro, certa vez, com o título: “Não basta ser excelente”. Confesso que desse livro, só li mesmo o título. Do ponto de vista ético e à luz dos fatos que motivam este texto, é um título bem interessante. Vejam bem, de que adiantaram tantas belas defesas, tantos gols de adversários evitados, tanta fama e tanto dinheiro ganho pela destreza profissional. Se fora do campo de futebol o goleiro famoso freqüentava orgias, mantinha envolvimentos episódicos e irresponsáveis e, de quebra, admitia envolver-se em formação de quadrilha e crimes hediondos? Não basta ser excelente goleiro.

Precisamos de excelentes pessoas. Precisamos de gente do bem. Gente que erra, mas que aprende com o erro, que cresce e melhora como ser humano. Precisamos de gente solidária, sensível; de gente saudável, que não admite prejudicar o outro, gente que ajuda que coopera; gente que soma que não compete e que agrega. Gente que não usa o outro. Precisamos de gente que ama e que não titubeia em estender a mão.

De fato, o ser um profissional de destaque, famoso e midiático, surge ou não como adjunto da pessoa e não como sua identidade. Se for excelente, a pessoa o será sempre e em todo lugar, mesmo que não chegue a ser focalizada pelos holofotes da fama e da mídia.

Precisamos focar a nossa Educação na formação de pessoas. É necessário valorizar e fortalecer a família como agência de formação do caráter e dos valores das pessoas. Chegou a hora de, corajosamente, tirarmos o foco da indústria de ídolos, nos preocuparmos menos em gerar reis, artilheiros, destaques e gênios; procurando antes formar pessoas saudáveis.

Quando Jesus Cristo disse que veio para que tivéssemos vida e a tivéssemos em abundância, sem dúvida que o alvo nada tinha a ver com a fabricação de ídolos, mas sim com a geração de pessoas servas, pessoas sãs, bondosas e misericordiosas. Pessoas corajosas protegidas por sua integridade. Pessoas com senso de justiça, equilíbrio e do lado da verdade. Pessoas nutridas e movidas pelo Evangelho da graça de Deus. Gente do bem.

O médico que abusava das pacientes, o professor que vendia droga para os alunos, o atleta que se perdia em orgias, o líder religioso que se tornou milionário à custa da simplicidade das pessoas etc. Essa gente toda mais cedo ou mais tarde é desmascarada e pode parar atrás das grades. Tudo porque foram excelentes… Profissionais, mas não conseguiram ser gente do bem.

É tão triste ver Bruno com aquele uniforme de presidiário, tão diferente do que usava nos campos e nos dava tanta alegria. Precisamos cuidar dos nossos filhos, orientá-los a serem pessoas do bem, promotoras da paz e da harmonia. Precisamos fazer isso enquanto nossos filhos ainda estão conosco dentro de casa. Um dia poderemos vê-los com o jaleco dos médicos, a toga dos juízes, o uniforme dos atletas, mas nunca com o roupão de presidiário.

Precisamos ser pessoas excelentes. Precisamos ser gente do bem. Precisamos ser como Jesus.